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Atualizado em
14/08/2026

A forma mais confiável de consultar a Tabela TUSS é diretamente na plataforma oficial da ANS, o Sistema de Gestão de Terminologias. A ferramenta permite buscar qualquer código por nome ou número, e também oferece download das tabelas completas em Excel, CSV e JSON, além de acesso via API para quem integra sistemas de gestão.
Em 29 de julho de 2026, a ANS lançou o Sistema de Gestão de Terminologias, uma plataforma construída sobre a tecnologia Open Concept Lab (OCL), de código aberto. Ela substitui a consulta estática que existia anteriormente e reúne, em um único ambiente, os códigos usados por operadoras de planos de saúde e por prestadores — profissionais de saúde, laboratórios, clínicas e hospitais — para identificar procedimentos, exames, medicamentos, materiais e outros itens relacionados ao atendimento.
Isso significa que qualquer PDF ou planilha de Tabela TUSS que você encontre circulando pela internet pode estar desatualizado. A referência mais segura passa a ser essa plataforma oficial, que reflete a versão vigente em tempo real.
• Acesse o Sistema de Gestão de Terminologias ou chegue até ele pelo site da ANS: menu "Assuntos" > "Espaço do Prestador de Serviços de Saúde" > "TISS – Padrão para Troca de Informação de Saúde Suplementar" > "Códigos da TUSS".
• Escolha a categoria do item que você procura: procedimentos e exames, medicamentos, materiais, órteses/próteses/materiais especiais (OPME), diárias e taxas, ou outros itens usados na saúde suplementar.
• As informações estão organizadas em tabelas numeradas — a Tabela 22 reúne cerca de 6 mil procedimentos em saúde, e a Tabela 19 reúne mais de 1,3 milhão de registros de OPME. Selecione a tabela correspondente.
• Use o campo de busca para localizar o item pelo nome do procedimento ou pelo código numérico, se já souber qual é.
• Confira a descrição completa antes de utilizar o código em uma guia de faturamento, já que pequenas variações de nomenclatura podem indicar itens diferentes.
Se sua rotina exige consultar a TUSS com frequência ou integrá-la a um sistema próprio, a plataforma também disponibiliza o download das tabelas completas, sem precisar repetir buscas manuais.
• Na mesma plataforma, localize a opção de exportação da tabela desejada.
• Escolha o formato mais adequado ao seu uso: Excel para consulta manual e organização interna, CSV para importação em outros sistemas, ou JSON para uso em integrações técnicas.
• Baixe o arquivo e utilize o atalho Ctrl+F (Windows) ou Cmd+F (Mac) para localizar rapidamente um procedimento pelo nome ou código dentro da planilha.
• Para a versão mais atualizada do Padrão TISS em Excel, também é possível acessar diretamente a página do Padrão TISS no site da ANS.
Times de TI e desenvolvedores responsáveis por sistemas de gestão médica ou hospitalar podem acessar a TUSS por API. Esse recurso permite que o sistema busque automaticamente a versão mais atualizada das tabelas, sem depender de atualização manual de planilhas — reduzindo o risco de uma clínica faturar com um código desatualizado. A documentação técnica do serviço (OCLService) está publicada junto à plataforma oficial.
• Procedimentos e exames (Tabela 22, cerca de 6 mil itens)
• Medicamentos (Tabela 20)
• Materiais, órteses, próteses e materiais especiais — OPME (Tabela 19, mais de 1,3 milhão de registros)
• Diárias e taxas, incluindo gases medicinais (Tabela 18)
• Outros itens utilizados na comunicação entre prestadores e operadoras dentro do Padrão TISS
Encontrar um código TUSS para um procedimento não significa que o plano de saúde é obrigado a cobri-lo. A TUSS é um dicionário de nomenclatura — ela padroniza como o item é identificado. Quem define a cobertura assistencial mínima obrigatória é o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da ANS, um instrumento diferente e com finalidade própria. Vale sempre confirmar a cobertura junto à operadora antes de assumir que um procedimento está garantido apenas por existir um código para ele.
Além da plataforma oficial, algumas empresas de tecnologia em saúde e sistemas de gestão médica oferecem interfaces próprias de consulta, construídas a partir dos mesmos dados publicados pela ANS. Elas podem ser úteis pela praticidade do dia a dia, mas vale lembrar que a fonte de verdade é sempre a base oficial — em caso de dúvida sobre a versão vigente de um código, a consulta direta ao Sistema de Gestão de Terminologias da ANS é o caminho mais seguro.
Pelo Sistema de Gestão de Terminologias, disponível no site da ANS, buscando pelo nome do procedimento ou pelo código na tabela numerada correspondente.
Os procedimentos em saúde estão na Tabela 22, com cerca de 6 mil itens, acessível diretamente na plataforma oficial da ANS.
A plataforma oficial oferece exportação em Excel, CSV e JSON. Arquivos em PDF avulsos encontrados em buscas podem estar desatualizados — a fonte mais confiável é sempre a consulta direta na ferramenta da ANS.
Acesse o Sistema de Gestão de Terminologias, selecione a tabela correspondente ao tipo de exame e use o campo de busca pelo nome do procedimento.
A versão vigente está sempre disponível na plataforma oficial da ANS, que reflete atualizações em tempo real — diferente de arquivos PDF ou planilhas avulsas que podem estar desatualizados.
Não existe um aplicativo oficial de celular; a consulta oficial é feita pela plataforma web da ANS (Sistema de Gestão de Terminologias). Alguns sistemas de gestão médica oferecem buscas próprias baseadas nos mesmos dados.
É a Tabela TUSS, mantida e publicada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), órgão responsável por regular a saúde suplementar no Brasil.
A ANS é responsável por publicar e manter os códigos oficiais da TUSS, com apoio técnico de entidades como a AMB para a base de procedimentos médicos.
É a tabela que reúne a Terminologia de Medicamentos, com os códigos padronizados usados para identificar medicamentos no faturamento da saúde suplementar.