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Atualizado em
19/10/2026

CID-10: K91
A cirurgia bariátrica é um conjunto de procedimentos cirúrgicos realizados para tratar a obesidade e suas complicações metabólicas associadas, como diabetes tipo 2, hipertensão e dislipidemia. Também é chamada de cirurgia metabólica quando realizada especificamente para tratar as complicações metabólicas da obesidade.
A cirurgia bariátrica promove perda de peso através de três mecanismos principais:
• Restrição: redução da capacidade gástrica, limitando a quantidade de alimentos que podem ser consumidos.
• Má absorção: desvio de porções do estômago e intestino delgado, reduzindo a absorção de nutrientes.
• Alterações hormonais: mudanças no microbioma intestinal e no perfil hormonal que alteram apetite, saciedade e, possivelmente, o metabolismo.
Remoção de aproximadamente 85% do estômago ao longo da curvatura maior, sendo o procedimento mais realizado nos EUA (61,4% em 2019).
Criação de uma pequena bolsa gástrica conectada diretamente ao jejuno (17% dos procedimentos).
Banda gástrica ajustável, derivação biliopancreática com ou sem switch duodenal, SADI-S e bipartição gástrica (ou transit bipartition – TB).
As diretrizes atuais recomendam considerar cirurgia bariátrica para:
• Pacientes com IMC ≥35 kg/m² (com ou sem comorbidades).
• Pacientes com IMC 30-34,9 kg/m² com doença metabólica concomitante (especialmente diabetes tipo 2 com controle glicêmico inadequado).
A perda de peso esperada em 12 meses é de aproximadamente 25% após sleeve e 30% após RYGB, com perda de peso sustentada em 5 anos. A cirurgia bariátrica é considerada o tratamento mais eficaz para obesidade e suas complicações associadas.
O bypass gástrico em Y de Roux (RYGB) é um procedimento bariátrico misto (restritivo e malabsortivo) que combina redução do volume gástrico com desvio do trânsito intestinal, sendo considerado o padrão-ouro da cirurgia bariátrica e o segundo procedimento mais realizado mundialmente.
Criação de pequena bolsa gástrica: o estômago é dividido, criando uma pequena bolsa gástrica proximal (15-30 mL de volume), baseada na pequena curvatura e cárdia do estômago. O estômago remanescente permanece in situ, mas é excluído do trânsito alimentar.
O jejuno é dividido 30-100 cm distalmente ao ligamento de Treitz.
A extremidade distal é anastomosada à bolsa gástrica (gastrojejunostomia), criando a alça alimentar (Y-Roux) de 100-150 cm.
A extremidade proximal é anastomosada à alça alimentar 75-150 cm abaixo (entero-entero), criando a alça biliopancreática.
O canal comum (200-400 cm) é onde alimentos e enzimas digestivas se misturam.
O alimento passa diretamente da pequena bolsa gástrica para o jejuno médio, desviando o estômago remanescente, duodeno e jejuno proximal. O RYGB produz alterações hormonais profundas e duradouras que são fundamentais para seus efeitos metabólicos.
O bypass recebeu historicamente alguns epônimos. Os mais utilizados no Brasil e internacionalmente são:
Fobi-Capella (1991): desenvolvido pelos cirurgiões Mathias Fobi e Rafael Capella, traz como característica distintiva o uso de um anel de silicone na bolsa gástrica.
Mason-Ito (1967): desenvolvido por Edward Mason e Ito, correspondendo à técnica do bypass gástrico original (loop).
Roux-en-Y (século XIX): criado por César Roux, caracterizado pela famosa reconstrução intestinal em formato de Y.
Wittgrove-Clark (1994): desenvolvido por Wittgrove e Clark, sendo consagrada como a primeira técnica realizada por via laparoscópica.
Técnica de Higa (2000): desenvolvida por Kelvin Higa, destacando-se pela realização de gastrojejunostomia manual.
A gastrectomia vertical (sleeve gastrectomy) é um procedimento bariátrico predominantemente restritivo que consiste na remoção longitudinal de aproximadamente 75-80% do estômago, incluindo o fundo gástrico, deixando um tubo gástrico estreito ao longo da pequena curvatura, com volume de 75-100 mL. O procedimento é realizado por via laparoscópica.
• Não envolve anastomoses intestinais.
• Preserva a anatomia pilórica e o esvaziamento gástrico normal.
• Menor risco de hérnias internas.
• Mantém acesso endoscópico ao trato digestivo superior.
• Possibilidade de conversão para outros procedimentos, se necessário.
Perda de peso:
• Perda de excesso de peso: 57-66% no primeiro ano, 46-59% aos 9 anos.
• Perda de peso total: 17-25%.
• Redução média de IMC: 9 kg/m² aos 9 anos.
Controle glicêmico:
• Remissão de diabetes tipo 2: 26-88% – variável.
• Remissão completa a longo prazo (≥5 anos): 20% aos 9 anos.
• Redução significativa de HbA1c: de 8,1% para 6,77% aos 9 anos.
• Melhora do HOMA-IR (resistência insulínica).
• Taxa de recidiva de diabetes: 10-44% entre 5-9 anos.
A derivação biliopancreática (DBP) é um procedimento bariátrico predominantemente desabsortivo que pode ser realizado de duas formas: a DBP clássica (sem duodenal switch) e a DBP com duodenal switch (DBP-DS). Ambas criam desvio do suco biliopancreático, mas diferem na técnica gástrica e na preservação do piloro.
DBP clássica:
• Gastrectomia horizontal parcial com remoção do piloro.
• Gastroenterostomia em Y de Roux.
• Canal alimentar comum de 50 cm.
• Maior incidência de síndrome pós-gastrectomia (dumping, refluxo biliar, diarreia).
DBP-DS (com duodenal switch):
• Gastrectomia vertical (sleeve) preservando o piloro.
• Duodenojejunostomia proximal.
• Membro alimentar de 150 cm e canal comum de 100 cm.
• Bypass de até 4 metros do duodeno e jejuno.
• Desenvolvida para reduzir complicações pós-gastrectomia da DBP clássica.
Comparação de resultados:
• Perda de peso: sem diferença significativa entre DBP e DBP-DS (aproximadamente 70% de perda de excesso de peso).
Mecanismos de ação hormonal:
• Entrega acelerada de nutrientes ao íleo distal: estimula secreção de GLP-1 e PYY.
• Restrição calórica: depleção de gordura hepática e melhora da sensibilidade hepática à insulina.
• Aumento de ácidos biliares: contribui para alterações metabólicas.
• Mudanças no microbioma intestinal: afetam metabolismo e sinalização hormonal.
Efeitos metabólicos resultantes:
• Melhora do controle glicêmico em dias a semanas (antes da perda de peso significativa).
• Aumento da secreção pós-prandial de insulina.
• Inibição da secreção de glucagon.
• Retardo do esvaziamento gástrico.
• Aumento da saciedade e redução do apetite.
• Redução da resistência à insulina.
O SADI-S (Single Anastomosis Duodeno-Ileal bypass with Sleeve gastrectomy), também chamado de SADS (Single Anastomosis Duodenal Switch), é um procedimento que combina gastrectomia vertical com uma única anastomose duodenoileal, desenvolvido em 2007 como uma simplificação da derivação biliopancreática com duodenal switch (BPD-DS).
O SADI-S consiste em:
• Gastrectomia vertical (sleeve gastrectomy) com preservação do piloro.
• Anastomose duodenoileal única: conexão direta entre o duodeno proximal (2-3 cm após o piloro) e o íleo distal.
• Canal comum padronizado: geralmente 250-300 cm de comprimento (versus 200 cm no BPD-DS tradicional).
A principal diferença em relação ao BPD-DS é a eliminação da alça alimentar, resultando em apenas uma anastomose em vez de duas, o que simplifica tecnicamente o procedimento e reduz o tempo cirúrgico.
A bipartição gástrica (ou transit bipartition – BG) é um procedimento bariátrico e metabólico que combina gastrectomia vertical com uma anastomose gastroileal, criando duas vias de saída gástrica para os nutrientes. Foi desenvolvida para equilibrar os efeitos hormonais do trato gastrointestinal proximal e distal, visando melhorar o controle metabólico da obesidade.
A bipartição gástrica consiste em:
• Gastrectomia vertical.
• Anastomose gastroileal: criação de uma conexão entre o antro gástrico e o íleo, mantendo o trânsito duodenal intacto (sem segmentos excluídos ou alças cegas).
• Enteroanastomose lateral: conexão entre os dois segmentos intestinais a aproximadamente 80 cm proximalmente ao ceco.
O estômago mantém duas vias de saída para os nutrientes: uma via normal através do duodeno e uma via alternativa diretamente para o íleo distal. Esse desenho evita próteses, estenose de anastomose, segmentos excluídos e má absorção significativa.
• Superobesidade (IMC ≥50 kg/m²): estudos demonstram eficácia superior ao bypass gástrico em Y de Roux nesta população. ** • Síndrome metabólica e diabetes tipo 2**: particularmente eficaz para controle glicêmico, com 86% de remissão de diabetes em estudos de 5 anos.
• Obesidade com DRGE grave: quando combinada com fundoplicatura, pode tratar simultaneamente obesidade e doença do refluxo gastroesofágico.
• Perda de excesso de IMC: 91%, 94%, 85%, 78% e 74% nos anos 1, 2, 3, 4 e 5, respectivamente.
• Em superobesidade (IMC ≥50), a BG demonstrou perda de peso superior ao RYGB aos 2 anos (85,3% vs. 73,9% de perda de excesso de IMC).
• Remissão de diabetes em 86% dos pacientes.
• Controle glicêmico comparável ao bypass gástrico distal aos 12 meses.
• Melhora significativa de comorbidades (hipertensão, dislipidemia, apneia do sono).
• Mortalidade: 0,2% (2 mortes em 1.020 pacientes).
• Complicações cirúrgicas: 6% dos pacientes.
• Taxa de complicações aos 30 dias: 4,2-7% (comparável a outros procedimentos).
A bipartição gástrica ainda não é amplamente reconhecida como procedimento primário pelas principais sociedades de cirurgia bariátrica, com número limitado de publicações comparado aos procedimentos estabelecidos.
Efeitos hormonais:
O RYGB produz alterações hormonais profundas e duradouras que são fundamentais para seus efeitos metabólicos.
GLP-1 (peptídeo semelhante ao glucagon-1):
• Aumento pós-prandial marcante e sustentado: inicia-se já na primeira semana pós-operatória (p<0,001) e persiste por pelo menos 2 anos.
• Magnitude: aumento de 2-3 vezes nos níveis pós-prandiais.
• Níveis basais em jejum: permanecem inalterados.
• Mecanismo: entrega acelerada de nutrientes não digeridos ao íleo distal estimula células L intestinais.
• • Efeitos: estimula secreção pós-prandial de insulina, inibe secreção de glucagon, retarda esvaziamento gástrico e aumenta saciedade.
PYY (peptídeo YY):
• Aumento em jejum e pós-prandial: níveis basais aumentam aos 6 meses (p=0,034) e 1 ano (p=0,029); níveis pós-prandiais aumentam até 1 ano (p<0,01).
• Maior aumento no RYGB comparado à gastrectomia vertical (p<0,001).
• Efeitos: aumenta saciedade, reduz apetite e contribui para perda de peso.
Grelina:
• Redução transitória: níveis basais diminuem nas primeiras 2 semanas (p=0,005), mas retornam aos valores pré-operatórios entre 6 semanas e 1 ano.
• Níveis pós-prandiais: sem diferença significativa em relação aos valores pré-cirúrgicos.
• Padrão diferente da gastrectomia vertical (que produz redução sustentada).
GIP (polipeptídeo insulinotrópico dependente de glicose):
• Redução sustentada: declínio progressivo ao longo do tempo.
• Mecanismo: exclusão do duodeno do trânsito alimentar.
Leptina:
• Redução significativa: declínio proporcional à perda de massa gorda.
• Maior redução no RYGB comparado à gastrectomia vertical.
Adiponectina:
• Aumento: melhora do perfil metabólico.
Cortisol e ACTH: redução de 20% às 4 semanas (p<0,05).
Oxintomodulina e glicentina: aumento associado a maior saciedade e perda de peso.
Glucagon: alterações nos padrões de secreção.
Mecanismos de ação metabólica:
O RYGB melhora o controle glicêmico através de múltiplos mecanismos.
Efeitos precoces (dias a semanas):
• Restrição calórica: depleção de gordura hepática em 1 semana, seguida de melhora da sensibilidade hepática à insulina.
• Aumento da secreção de GLP-1: melhora da função das células beta pancreáticas e secreção pós-prandial de insulina.
• Redução da atividade do eixo cortisol: atenuação em 20% nas primeiras semanas.
• Aumento do tônus parassimpático: pico às 24 semanas.
• Redução da inflamação: queda rápida de proteína C reativa e leucócitos.
Efeitos tardios (meses a anos):
• Perda de peso: melhora da sensibilidade periférica à insulina no músculo esquelético.
• Proliferação de células L intestinais: aumento da densidade de células L no íleo, contribuindo para maior secreção de GLP-1.
• Alterações no microbioma intestinal: mudanças em Escherichia-Shigella e Lactobacillus correlacionam-se com alterações em ácidos biliares.
• Aumento de ácidos biliares circulantes: possível contribuição para melhora metabólica.
• Melhora da captação de glicose pelos adipócitos: aumento de 3 vezes às 104 semanas, com upregulation de genes envolvidos no transporte de glicose.
Importante: a melhora do diabetes ocorre em dias a semanas, muito antes da perda de peso significativa, demonstrando efeitos metabólicos independentes da perda de peso.
Gastrectomia Vertical (Sleeve)
• Mecanismo: restritivo (remoção de 75-80% do estômago).
• Grelina: ↓↓↓ redução drástica (maior que RYGB).
• GLP-1: ↑ aumento pós-prandial (menor que RYGB).
• PYY: ↑ aumento pós-prandial.
• Perda de peso (%EWL/%TWL): %EWL: 43-57% (10 anos); %TWL: 24-27%.
Bypass Gástrico em Y de Roux (RYGB)
• Mecanismo: restritivo + disabsortivo leve.
• Grelina: ↓ redução moderada ou sem alteração.
• GLP-1: ↑↑ aumento significativo (maior que Sleeve).
• PYY: ↑↑ aumento significativo (maior que Sleeve).
• Perda de peso (%EWL/%TWL): %EWL: 51-68% (2-10 anos); %TWL: 26-30%.
SADI-S
• Mecanismo: restritivo + disabsortivo (anastomose única).
• Grelina: ↓↓ redução (componente sleeve).
• GLP-1: ↑↑ aumento (bypass intestinal).
• PYY: ↑↑ aumento.
• Perda de peso (%EWL/%TWL): %EWL: 67-114% (2 anos), 80% (10 anos); redução de IMC: 18-19,5 pontos.
BPD-DS (Derivação Biliopancreática com Switch Duodenal)
• Mecanismo: restritivo + disabsortivo intenso.
• Grelina: ↑ aumento paradoxal.
• GLP-1: ↑↑↑ aumento intenso.
• PYY: ↑↑↑ aumento intenso.
• Perda de peso (%EWL/%TWL): %EWL: 74-80% (4-10 anos); %TWL: 37-40%.
Bipartição Gástrica (Bipartição de Santoro)
• Mecanismo: restritivo + metabólico (trânsito duplo).
• Grelina: ↓ redução (componente sleeve).
• GLP-1: ↑↑ aumento (estímulo ileal).
• PYY: ↑↑ aumento.
• Perda de peso (%EWL/%TWL): %EWL: 70-85% (dados limitados).
EWL = Excess Weight Loss; TWL = Total Weight Loss.
Vantagens técnicas da robótica: melhor visualização 3D, maior precisão de movimentos, menor fadiga do cirurgião, potencial benefício em pacientes com anatomia complexa ou superobesos.
Desvantagens: tempo operatório maior, custo elevado e curva de aprendizado específica.
Centros de excelência: a robótica pode melhorar a segurança cirúrgica, especialmente para RYGB, porém com tempo operatório 42 minutos maior.
A escolha entre abordagem laparoscópica ou robótica deve ser baseada na experiência do cirurgião, tipo de procedimento, disponibilidade de recursos e características do paciente. A robótica pode ser mais vantajosa para bypass.
Para cirurgiões experientes em laparoscopia, a robótica não demonstrou benefício adicional significativo em termos de complicações graves.
• Tempo operatório: mostra-se menor na cirurgia laparoscópica e maior na robótica, adicionando de 26 a 40 minutos ao tempo cirúrgico total.
• Tempo de internação: o tempo é similar ou maior na laparoscópica e similar ou menor na técnica robótica.
• Mortalidade em 90 dias: são similares entre ambas as vias, com tendência de ser menor na robótica em estudos específicos.
• Complicações gerais: o índice de intercorrências gerais mantém-se similar nas duas abordagens.
• Custo: apresenta um custo financeiro menor na laparoscópica e maior na cirurgia robótica.
• Curva de aprendizado: considerada estabelecida na laparoscópica e em evolução no cenário da robótica.
Entre as possibilidades de formação do IDOMED na área cirúrgica, o Fellowship em Cirurgia Laparoscópica é direcionado a médicos que desejam aprofundar conhecimentos em cirurgia minimamente invasiva. O programa possui 828 horas e 93% da carga horária dedicada à prática, com acesso a centros cirúrgicos, rodízios por subespecialidades e treinamento em dry labs, wet labs, realidade virtual e noções de cirurgia robótica, além da chancela da SOBRACIL.
O Fellowship em Cirurgia Geral amplia esse percurso com uma formação cirúrgica abrangente e fortemente baseada em vivência assistencial: são 8.640 horas com 93% de atividades práticas, com imersão hospitalar, plantões, atuação em centros cirúrgicos e supervisão direta de especialistas.
Além das formações, a plataforma Surgbook disponibiliza conteúdos em vídeo de diferentes especialidades cirúrgica e materiais voltados à cirurgia laparoscópica e robótica, permitindo acesso online para estudo e revisão de procedimentos. Explore do Surgbook.
• Graduado em Medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2000).
• Mestrado em Medicina (Cirurgia Geral) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2008)
• Doutor em ciências cirúrgicas pela UFRJ (2013). É professor Associado 3 do curso de Cirurgia Geral da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO
• Professor/Coordenador do curso de pós graduação em Cir Geral da PUC-Rio. Membro titular do CBC, do CBCD, da SOBRACIL, da SBH e FACS.
• Cirurgião de referência do Hospital das Américas e Hospital Copa Star.
• Cirurgião certificado pela Intuitive Inc. desde 2012 para realização de cirurgia Robótica.
• Foi orientador do programa de cirurgia robótica do HNMD, HFAG
Aviso Legal: As informações contidas neste blogpost têm caráter estritamente educativo e não substituem, em hipótese alguma, a avaliação, o diagnóstico e a prescrição de um médico ou farmacêutico. Leia sempre a bula.